No cenário corporativo, a tecnologia tem evoluído rápido, mas ainda esbarra em um obstáculo antigo: a organização e a qualidade das informações.
Até pouco tempo, o uso de IA nas empresas era pontual, focado em tarefas isoladas, como resumir um texto ou responder a dúvidas em chats separados.
Agora, o mercado entra na fase dos agentes inteligentes. Diferente de ferramentas isoladas, esses agentes atuam conectados aos sistemas corporativos (como gestão financeira, estoque, compras e RH).
A lógica dessa nova fase é clara:
- A IA cuida da execução: assume tarefas rotineiras, conecta pontas soltas e dá agilidade aos fluxos de trabalho.
Com plataformas modernas, criar e configurar esses assistentes a partir de instruções simples em linguagem comum já leva minutos, e não mais meses como no passado.
Apesar de os investimentos em inteligência artificial estarem crescendo de forma expressiva no Brasil, pesquisas recentes com líderes de mercado mostram um alerta importante:
• 75% das empresas afirmam que a baixa qualidade ou a indisponibilidade dos dados impede um retorno financeiro maior sobre esses investimentos.
• 80% relatam que respostas incorretas ou incompletas geradas pela IA já provocaram retrabalho, atrasos ou acúmulo de demandas.
• Apenas 18% das organizações utilizam a tecnologia de maneira verdadeiramente estratégica e integrada.
É a regra básica da tecnologia: se a IA for alimentada com informações duplicadas, desatualizadas ou confusas, as respostas e decisões geradas também serão ruins. Para o sistema funcionar com precisão, a base de dados da empresa precisa estar limpa, integrada e segura.
Adotar inteligência artificial nos negócios não é apenas um projeto técnico, mas uma mudança de cultura e capacitação:
• 65% dos líderes apontam a falta de habilidades ou conhecimento especializado como uma das principais barreiras para gerar valor real com IA.
• Apenas 12% das empresas afirmam que suas equipes estão totalmente preparadas para governar e supervisionar o uso dessas ferramentas no dia a dia.
Para que a inteligência artificial traga segurança e produtividade, é indispensável estabelecer regras claras: quais dados a ferramenta pode acessar, quais ações ela pode executar por conta própria e quando a validação humana é obrigatória.
O impacto dessa evolução ultrapassa as áreas administrativas tradicionais. Há projetos práticos demonstrando o uso de IA até em campos artísticos e criativos, como no planejamento coreográfico da dança contemporânea. Nesses casos, a tecnologia analisa movimentações e apoia a adaptação de ensaios a diferentes palcos, sempre guiada pelas anotações e pela sensibilidade dos profissionais.
Fonte: SAP
Preparando o terreno para a inteligência nos negócios
Na CVA, apoiamos empresas a estruturar processos consistentes e integrar seus ecossistemas de gestão, garantindo que cada inovação tecnológica gere valor concreto para a operação.
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